domingo, 26 de agosto de 2012

BIENAL INTERNACIONAL E UM DIOR


Bienal Internacional do Livro de S.P. Escritores famosos, e nem tão famosos (como a que escreve estas linhas) transitavam pelos imensos corredores, lotados de estudantes, editores, gente, gente, gente. Fiz o lançamento de meu livro na Bienal. Ah, que delícia! Casar o término do projeto do livro com a chegada deste evento. A glória de fazer o debut literário numa Bienal!

Antes do lançamento, estive lá uma semana antes, na sexta-feira, dia 10 de agosto, revendo meus amigos escritores de Ribeirão Preto: Eliane Ratier, Mara Senna, Maris Ester, Elisa Alderani... Abraços, histórias, roda de poesia...Lá pelo fim do dia, eu e Yuri Rodrigues(responsável pela capa do meu livro)fomos com Luis Avelima conferir a apresentação do José Miguel Wisnik.

No domingo, dia 12, fui ver pela primeira vez a "cara" do meu livro, e meu amigo Jordemo Zanelli foi o primeiro a ter um autógrafo meu, após me dar o dele. E o segundo foi o meu esposo, me apresentando um exemplar que ele comprou para ler. Ver o trabalho pronto é indescritível, podem acreditar, e o primeiro autógrafo a gente nunca esquece...durante a semana, recebi a notícia que outro amigo escritor, Marcos Eduardo Neves, de passagem pela Bienal no meio da semana, havia adquirido o meu livro, e me postou uma foto com o livro na mão!

Voltei a Bienal na sexta, dia 17, acompanhada de "fiéis escudeiros": minha filha Dani, como fotógrafa oficial; meu filho Gabriel, compenetradíssimo no papel de divulgador do livro da mãe; minha amiga Solange, pau para toda obra, minha "personal guru" nos momentos de tensão; e o responsável pela poesia visual, da capa e da editoração do livro, Yuri Rodrigues de Oliveira.

Todos me perguntam se a Bienal foi um sucesso. Eu respondo que estar na Bienal já é "o" sucesso. Se você vender dez livros ou cem, pouco importa; o que importa é você ter chegado exatamente naquele momento. A brincadeira que fiz foi comparar o lançamento na Bienal com usar um vestido Dior que eu não tenho, tirar a foto, devolver o vestido, e postar a foto no facebook. Todo mundo vai ficar de olhão grande, dizendo: "olha, ela 'tá de Dior!", e ninguém sabe que o vestido ficou cinco minutos comigo... Mas o efeito Dior é exatamente o que ocorre na Bienal: estar lá, fazer parte daquela engrenagem, usar um crachá dizendo "autor", é melhor do que lifting, massagem facial ou plástica!

Neste dia tive o prazer de ver amigos virem do outro lado da cidade somente para compartilharem daquele momento comigo; os que não conseguiam, me ligavam ou mandavam mensagens de carinho. Isto importou mais do que vender livros, podem ter certeza.

No sábado, dia 18, fui pela última vez à Bienal, prestigiar meus amigos Sada Ali e Kadu Lago,(eles também vestindo Dior...),em seus lançamentos. conheci pessoalmente um amigo encontrado no facebook, poeta e escritor de livros infantis, Marciano Vasquez, que, por sua vez, foi generoso e me apresentou a amigos seus. Fui ver meu estande pela última vez naquela Bienal, e ganhei mais do que uma editora para o meu livro, ganhei uma amiga. 

Quanto ao meu livro, passado o efeito Bienal, continuo em estado de graça, agora pelos comentários de quem o tem lido. O que significa que vocês terão que me aguentar muito, e podem me aguardar, de Dior, na próxima Bienal!!!




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